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7 (boas!) razões para consumir tomate

Além de normalmente o tomate apresentar uma cor intensa (mais informações sobre o tomate neste post), que se destaca em qualquer prato ou receita onde é utilizado (mais informações sobre o consumo de tomate neste post), também possui uma composição bioquímica muito interessante, não apenas ao nível dos nutrientes, mas também dos compostos bioativos que possui. Consequentemente, o seu consumo tem vindo a ser associado a vários potenciais benefícios, nomeadamente:


1. Contribui para o correto funcionamento do sistema circulatório – As plaquetas são componentes do sangue que estão envolvidos na formação de coágulos sanguíneos. O consumo de tomate parece ajudar a regular o seu funcionamento, impedindo desta forma a ocorrência de problemas circulatórios.


2. Contribui para o correto funcionamento do intestino – O tomate reúne várias características que o tornam um excelente aliado do trânsito intestinal. Além de conter uma quantidade significativa de fibra alimentar (mais informações sobre a fibra neste post), também é muito rico em água. Além disso, as suas sementes também têm algum potencial laxante. Somando todas as variáveis, o consumo de tomate ajuda a acelerar o trânsito intestinal.


3. Contribui para a saúde dos olhos – O tomate apresenta quantidades muito significativas de vários antioxidantes (mais informações sobre antioxidantes neste post) com potencial protetor dos olhos, entre os quais se destacam a luteína, o licopeno e o beta-caroteno.

 

O consumo de tomate contribui para o correto funcionamento do sistema circulatório, do intestino e dos olhos.

 


4. Ajuda a manter baixos os níveis de açúcar no sangue – O tomate contém muito poucos hidratos de carbono. Além disso, é uma boa fonte de fibra alimentar. Como consequência o consumo de tomate contribui para diminuir o índice glicémico da refeição, ou seja, evita o aparecimento de picos de açúcar no sangue. Devido a isso, é uma boa opção alimentar para diabéticos (e não diabéticos também, obviamente!).


5. Redução do risco de doenças cardiovasculares – O tomate apresenta na sua composição vários antioxidantes poderosos, em quantidades significativas. Estou a falar das vitaminas C e E, mas também de vários compostos bioativos, nomeadamente do licopeno, entre outros. Consequentemente, contribui para uma diminuição do risco de aterosclerose. Além disso, o tomate contém ainda várias substâncias que parecem promover uma diminuição dos níveis do chamado “mau colesterol” (mais informações sobre o “bom” e o “mau” colesterol neste post), tais como os fitonutrientes esculeósido A e o ácido 9-oxo-octadecadienóico.


6. Redução do risco de cancro – O consumo de tomate tem vindo a ser associado a uma diminuição do risco de aparecimento de vários tipos de cancro. A sua riqueza em antioxidantes parece ser o principal fator envolvido nesta propriedade. Neste contexto há a destacar o potencial do licopeno na prevenção do cancro da próstata, bem como da alfa-tomatina ao nível do cancro da próstata e do pulmão. Além disso, há vários estudos que atribuem ao tomate um potencial preventivo de outros tipos de cancro, tais como o da próstata e o da mama.


7. Proteção da pele – A exposição da pele à radiação ultravioleta provoca alterações que potenciam o aparecimento de vários problemas. O tomate parece proteger a pele contra os danos provocados por essa radiação. Pensa-se que a sua riqueza em carotenóides (licopeno, entre outros) e em alcalóides (tomatina e tomatidina) seja o fator responsável por esta característica.

 

O tomate contribui para uma diminuição da glicemia, bem como para uma redução do risco de doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro.

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